Movimento Mapa Educação

O MOVIMENTO

O Movimento Mapa Educação tem como missão que todos os brasileiros tenham acesso a uma educação de qualidade. Trabalhamos para que a educação seja prioridade na agenda política nacional e acreditamos que o jovem deve ser o protagonista dessa mudança.

Na nossa primeira iniciativa, o Manifesto Mapa do Buraco, entrevistamos mais de cem líderes educacionais, que nos deram base para construirmos um documento apontando os principais problemas da nossa educação, apresentando também algumas soluções criadas e implementadas em diferentes cidades pelo país afora.

Depois do lançamento do Manifesto Mapa do Buraco, realizamos uma série de debates educacionais durante o período das eleições de 2014 para que aquelas fossem de fato as eleições da educação. Com o fim das eleições, mudamos de nome e viramos o Movimento Mapa Educação e, desde então, estamos desenvolvendo uma série de projetos para tornar o nosso sonho e nossa missão realidades.

Manifesto Mapa do Buraco

O Manifesto Mapa do Buraco foi a primeira iniciativa do Movimento Mapa Educação. Ao ouvir vozes de diferentes setores da educação, de ex-presidentes, atuais parlamentares e secretários de educação a diretores executivos de fundações, professores, sindicalistas e estudantes, visamos construir um panorama honesto das escolas brasileiras e, potencialmente, sugerir ações urgentes para a transformação na educação que o Brasil tanto aguarda e merece. Nossa análise foi baseada em entrevistas e no estudo de documentos base. O Manifesto é apartidário.

Atualmente, a equipe do Mapa Educação está trabalhando em uma pesquisa para dar ao movimento a cara do jovem brasileiro. Por meio da pesquisa, os jovens expressam suas opiniões e perspectivas a respeito da educação. Essa pesquisa busca entender, como fatores externos, como a escola ou universidade em que estudam, a região do
país em que moram e sua classe econômica, influenciam o seu aprendizado e a sua experiência educacional. Assim, o movimento traçará metas e caminhos em busca da excelência da educação brasileira.
Quer saber mais sobre o Movimento? Clica aí:

http://mapaeducacao.com/

*Dica da Gabriele Bertini

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Bem Vindo ao Jornal O Ritmo da Vida!

José Saramago disse em entrevista ao jornal Zero Hora: “Não sou pessimista, o mundo que é péssimo.”.

Como observar o mundo, pensar o mundo, tentar entender o mundo e não ser pessimista? Como não deixar que esse mundo nos torne pessoas vazias, egoístas, embrutecidas, desiludidas e acomodadas? E como entender esse mundo, entendê-lo para tentar transformá-lo? Por que mudanças o mundo vem passando? São para melhor ou para pior? E o sujeito, o cidadão, qual seu papel nessas transformações? Qual o papel da arte, da educação, da participação política no micro e no macrocosmo individual e social?

São perguntas que me afligem como ser pensante. Por isso muitas vezes procuro não pensar, tento desligar: coloco o fone no ouvido e deixo o cérebro se aquietar, vou ao cinema, assisto a um jogo de futebol, vou beber e conversar besteira com os amigos… Curtir, viver, não pensar em problemas, esquecer que existe a política, a educação, a economia, a violência, a religião… Viver, curtir o ritmo da vida! Sem lembrar que a vida tem um ritmo que geralmente não é ditado por nós, que nos é imposto, a qual só nos cabe seguir da melhor maneira possível, e esta nem sempre é agradável.

O Ritmo da Vida.

Não dá para apenas curtir. Não se pode deixar de pensar, de tentar entender, de procurar soluções para os problemas desse mundo que é péssimo. Não podemos nos alienar e fugir dos problemas que nos cercam, como cidadão, como brasileiros. Não podemos nos alienar e deixar de ler os jornais, as revistas semanais, deixar de assistir aos noticiários. Mas sempre que abrimos um jornal, uma revista, sempre que ligamos a TV para assistir a um jornal, somos bombardeados com crimes, escândalos de corrupção, desgraças… o mundo péssimo ao qual Saramago se referiu.

Então me veio a ideia de criar o Jornal O Ritmo da Vida!

Um espaço onde, apenas, notícias boas terão espaço; um lugar onde o mal, a desgraça, a violência, a corrupção e a tristeza não terão publicidade; um lugar para compartilhar, apenas, notícias boas, histórias inspiradoras; um lugar onde veremos o que há de bom no mundo, na vida, no homem; um lugar onde a beleza, a solidariedade, a justiça ganharão destaque.

A princípio, não haverá produção de material. A ideia primeira será coletar em portais, sites, redes sociais, matérias e notícias que mostrem que o mundo ainda pode dar certo. Elas estão por aí, espalhadas, perdidas no meio de tanta coisa ruim que ganha destaque nas manchetes.

Mas se você conhece uma história bonita, uma história que merece ser contada nesse espaço, entra em contato!

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